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A mostrar mensagens de novembro, 2024

Criar grupos de trabalho! Um problema?

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Na aprendizagem baseada em problemas os grupos são um meio para os alunos evoluírem individualmente, mas coloca um desafio aos docentes: como criar os grupos?  Existem várias abordagens: permitir os alunos criarem entre si os grupos, o professor por sua iniciativa criar os mesmos ou utilizar metodologia aleatórias para realizar a junção dos discentes. O Professor Herculano é sensível ao tema da exclusão dos alunos mais fracos pelos seus pares, algo que acontece quando são os próprios alunos a criarem os grupos.  O docente quando não conhece os alunos, também não tem critérios para criar os grupos homogéneos. Sendo assim, a criação de grupos aleatórios é uma solução prática e resolve a discriminação pelos pares.  O Professor Herculano utilizou mais uma vez a técnica das cartas para realizar os grupos destinados a resolver a segunda problemática. Passo a explicar: o professor tem várias cartas iguais que coloca-as para baixo e cada aluno tira uma. Os alunos que tiverem a me...

A criação de um Memorandum

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 Quando as coisas parecem fáceis! Uma disciplina com o nome de Aprendizagem Baseada em Problemas tem tudo para correr bem! Até aqui o desafio tinha sido responder aos problemas, mas nesta segunda parte da disciplina tivemos de ser nós, alunos e em grupo, criar um problema para os alunos resolverem. Desta vez somos nós que vamos dar as cartas aos alunos, e percebemos que afinal a criação de um trabalho em formatos de Memorandum se torna uma tarefa muito difícil. Dar um problema para os alunos resolverem levanta muitos para quem o cria, surgem dúvidas como o que queremos alcançar com o trabalho, o acesso às informações necessárias para a concretização do mesmo, o tempo disponibilizado para a sua produção, entre outros aspetos. Aqui surge também um dilema, se damos toda a informação aos alunos o trabalho deles é diminuto, se não formos claros com o que pretendemos os alunos podem-se perder ou divagar no tema. Chegar ao ponto de equilíbrio mostrou-se um tarefa difícil! 

Dinâmica Colaborativa para Síntese de Textos

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No início da sessão, foram formados três grupos de trabalho, com base nos textos que cada aluno tinha lido previamente: introdução, relatório ou conclusão. Após a formação dos grupos, cada elemento exibiu as suas anotações sobre o texto correspondente, e em seguida, os grupos dispuseram de aproximadamente 25 minutos para elaborar um breve resumo que sintetizasse as principais ideias de cada texto. O docente propôs a seguinte dinâmica aos três grupos: o grupo da introdução apresenta e o grupo do relatório explica o que aprendeu com a apresentação do primeiro grupo. Em seguida, o grupo do relatório apresenta e posteriormente o grupo da conclusão expõe oralmente o que assimilou. Esta dinâmica é pertinente visto que, possibilita compreender um texto que não lemos e realça a importância do trabalho em equipa.   Após cada apresentação, o docente forneceu feedback sobre o trabalho desenvolvido por cada grupo, destacando os principais erros a evitar na elaboração do nosso trabalho. Com...

O Papel da Introdução e da Conclusão num Trabalho Académico

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  No início da sessão, devido a um atraso nos prazos previamente estabelecidos, cada grupo teve a oportunidade de apresentar ao docente o ponto em que se encontrava o desenvolvimento do seu trabalho. Podemos destacar o papel do docente enquanto orientador, assumindo uma postura de guia no processo de aprendizagem. Após esta fase inicial de atualização, o docente informou que não seria necessário entregar um relatório completo, o que alterou significativamente as expectativas iniciais do grupo. Em vez disso, destacou a relevância da introdução e da conclusão enquanto partes estruturantes de qualquer trabalho académico. De acordo com o docente, um trabalho de qualidade pode ser representado apenas por estes dois elementos. Em seguida, o docente sugeriu uma dinâmica de trabalho. Os grupos foram orientados a dividir responsabilidades entre si. A proposta do docente foi que, cada elemento do grupo lesse um dos três documentos disponíveis na plataforma Moodle (Introdução, Relatório e...

Fragmentação socioespacial e condição urbana periférica em cidades brasileiras

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A aula de ABP foi substituída por uma conferência da professora  Maria Encarnação Sposito,  professora no Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Presidente Prudente. Esta conferência abordou temas da  Fragmentação socioespacial e condição urbana periférica em cidades brasileiras. Foram abordadas as separações que as cidades brasileiras apresentam, nomeadamente com a divisão de classes sociais e equipamentos de apoio à população. De acordo com o mapeamento de algumas cidades, nomeadamente São Paulo e Maringá, existia um comportamento repetido, a sul da barreira física/natural e até artificial, era onde se localizavam os empreendimentos mais luxuosos e onde predominava a classe média alta. Por outro lado, na margem norte, desenvolviam-se os bairros de classe baixa, as famosas favelas. Transpondo isso para o nosso território e indo ao encontro da nossa situação problema da disciplina de Tendências de Transformação das Cidades e Regiões...